sexta-feira, 22 de outubro de 2010

E É ISSO^^ FIM

esse foi o ultimo dos prologos, a menos que eu tenha alguma ideia muito boa, ou alguma promoção melhor ainda eu dou como feito o blog.
Agora é curtir a camapnha do Lucas e depois mergulhar nesse mundo^^

se vc tem alguma ideia, proposta ou duvida posta aqui que eu respondo

espero que tenham gostado^^

PROLOGO IV - O Roubo (final)

_boa noite meu caro Mago posso me convidar para um drinque? Pela primeira vez seu sangue gelou e ele s permitiu sentir medo, na sua frente uma figura tinha atravessado as paredes e sentava despreocupadamente no sofá, era Deck.
7_claro, sirva-se do que quiser. Disse recobrando a calma.
D_obrigado senhor Mago_ e foi servir-se de vinho tinto, depois sentou-se e continuou.
D_minha visita tem um motivo, é claro, ninguém viria até a lua pra beber vinho se bem que, sorveu levemente o vinho, valeria a pena vir só por ele.
Aquilo deixou o Sétimo confuso, o que queria aquele homem? Não aguentou a atitude dissimulada e resolveu tomar uma postura mais agressiva:
7_e qual seria o real motivo da “visita”? Para mim está mais pra uma invasão.
D_ e não deixa de ter sua certa rasão, minha inesperada vinda deve-se a necessidade que tenho de salvar o que amo mas no tempo devido entenderá o que digo. Por hora venho buscar algo que não te pertence e que me muito é necessário!
7_ se procura os artefatos então veio ao lugar errado meu visitante, eles estão...
D_no cofre, bem sei pois foi de lá que os tirei antes de cá me achegar.
E dizendo isso mostra os cabos das armas magicas presos no cinto da calça, isso explicava o silencio de Lily, Deck devia ter ido até o laboratorio e roubado as armas, talvez todos estivessem mortos agora.
Respirou profundamente, não podia se permitir ficar irritado nem perder a calma, tinha que achar uma saida.
7_e posso perguntar se meus homens estão mortos?
D_podendo ou não a pergunta já foi feita, não vivo os deixei mas machucados todos ficaram.
7_e qual o motivo da sua visita, já que já conseguiu o que queria?
Talvez, pensou o Mago, ele queira ser contratado e está mostrando seu valor. Por isso estava ali sentando na sua frente.
D_na verdade essas armas não são as que eu vim buscar, peguei-as apenas para minha coleção pessoal, um bonus para aproveitar a viagem já feita, deixe-me contar uma historia e ela explicará meus motivos.
D_Aconteceu há muitos anos atras quando o mundo sentiu a primeira aparição do Rancor Eterno, para combater esse mal que sempre existirá uma jovem deu sua vida nas mão de um ferreiro, esse usou toda a bondade em seu coração e criou as mais poderosas armas contra o mal, depois cumpriu o ultimo pedido da jovem, entregou a sua obra prima para um cavaleiro e com elas, esse paladino lutou contra o mal até que o mal tomou seu coração, anos mais tarde um grupo de herois desafiou o antigo paladino que após sua derrota, e com ela a liberação do mal, entregou as armas aos herois, desde então essa tem sido a sina dessas armas que hoje são para você, meras decorações de sala. Vim buscar o tesouro de Magathea, as reliquias dos magos, ou como primeiro a chamaram as armas de Lumos.
Enquanto falava Deck se aproximou da armadura com as espadas que estava pendurada na parede, o brilho mistico que elas sempre tiveram ia se intensificando com a aproximação do invasor, era como se elas estavam chamando por ele, e quando terminou seu discurso num gesto muito rapido, Deck segurou as reliquias e sumiu no ar como se fosse feito de fumaça.
O Mago terminou sua bebida com calma, levantou-se e foi conferir seus homens, sabia que enfrentaria um longa e cansativa reunião em breve, que colocaria uma recompensa pela cabeça do enigmatico visitante, vivo é claro afinal tinha muitas perguntas para responder e morto ele não seria util. Deck, seria ele um inimigo ou um amigo? Um ladrão ou um visitante? Seria ele ao menos humano? Ou apenas uma alma de algum heroi do passado? Teria ele algo a ver com a hibernação? Ou o mundo iria enfrentar esse tal “Rancor Eterno”? O que seria esse “Rancor”?
Mesmo nunca tendo acreditado em fantasmas depois de um encontro como o que teve qualquer um duvidaria até mesmo se estava vivendo um sonho ou se era parte do sonho de alguém. Observou a tela e viu a massa de calor de afastando rapidamente da lua, e uma única certeza ele tinha em sua mente, ele iria ouvir falar de Deck novamente. Mas agora precisava mesmo é de um banho.

PROLOGO IV - O Roubo (parte3)

A mancha de calor tinha uma forma de navio antigo, como uma caravela feita de nuvens vermelhas.
L_agora a imagem real. E mudando a imagem do satélite nada surgiu no monitor. E a imagem eletromagnética_disse novamente. E novamente nada surgiu no monitor.
O silencio que antes imperava na sala tornou-se absoluto até que o Quinto toma a palavra:
5_ pode ser um mal funcionamento do satélite?
L_essa foi a primeira suposição ai focalizamos com outros satélites e a menos que o mesmo defeito se manifeste de maneiras diferentes mas sempre com a mesma imagem não pode ser um defeito. E enquanto dizia isso mudava a visão pra outros dois satélites que também acusavam a massa de calor.
L_o mais preocupante é que a massa está desacelerando e entrando em orbita como se tivesse vontade própria ou mesmo vida, já foi descartada a ideia de ser um disparo de alguma arma de calor por causa desse procedimento, minhas suspeitas são de que alguém está controlando aquela coisa.
5_isso é fisicamente impossível! Não me venha com ideias fantasiosas sobre a origem ou a definição da massa de calor, acredito que esses movimentos possam ser explicados pela ação das gravidades locais das duas luas e de Gaia.
Um sorriso imperceptível atravessou o rosto do Sétimo, sim essa seria aprova de fogo para Lily se tornar sua aprendiz afinal seu maior adversário no concelho sempre foi e sempre será a cadeira da tecnologia, a quinta cadeira, onde a rasão e as provas imperam o que se opõe totalmente a postura misticista que a setima cadeira possui.
L_senhor com o devido respeito mas temos provas, que já foram trazidas aqui, de que a força magica existe, os artefatos no nosso laboratorio são a prova mais que suficiente pra isso e se o comportamento da massa fosse explicado pela gravidade então porque eu perderia o escasso tempo de vocês com um assunto já resolvido? Seus tecnicos estão nesse segundo tentando encontrar uma explicação pra massa de calor se mover no vacuo sem gerar campo magnético, comum as ormas de radiação. Como o senhor pode explicar uma massa de calor se movendo onde não existe materia e sem ter qualquer outra mostra de existencia alem do próprio calor?
Perfeito pensou o Sétimo, ela era mesmo perfeita pra setima cadeira.
Um apito soa no bolso de Lily e de lá retira um comuncador, depois de ler o texto retoma a palavra:
L_senhores um homem surgiu na superficie do planeta e se dirige em direção da colonia 7, ou seja em direção ao Mago e a mim. Vou passar as imagens na tela imediatamente.
A imagem chocou a sala, o homem que caminhava vestia um sobretudo beje com o forro azul-celeste um chapéu e luvas, tambem bejes, caminhava calmamente pela superficie sem qualquer aparelho para respiriar e envolto por uma névoa translucida. Uma palavra ficou perdida nos pensamentos dos sete homens reunidos na sala, um nome na verdade, Deck.
Mesmo que ele estivesse “a bordo” da massa de calor como ele desembarcou na lua prateada? A massa estava a quilômetros de distancia em orbita, niguem poderia cair desa altura, atravessar o escudo de energia e caminhar na lua sem equipamento.
1_alerta vermelho senhores a reunião será adiada para um outro momento, minha ordem de comando é defender-se com tudo que tiverem, vamos mandar uma parte das tropas roboticas para interceptar o invasor antes que ele chegue a colonia 7. dispensados!
A reunião sumiu e o Mago se viu na sala com Lily.
7_corra e acione as defesas, coloque o escudo na maximo e avise o laboratorio para guardar os artefatos no cofre!
Lily saiu apressada da sala enquanto o Sétimo pensava nos artefatos, sua intuição dizia que era esse o motivo da visita, duas pistolas encontradas com mas de 3000 anos, numa época que não devia existir essa tecnologia, outra coisa interessante era que tinham nelas gravados duas palavra, cada uma tinha uma palavra, que após meses de tradução chegou ao consenso que eram pronunciadas Mi'ir nah e Brih Izah. O que não fazia sentido nenhum. Sem falar que as armas davam as balas habilidades inexplicáveis e não podiam ser desmontadas nem detruidas.
Sentou na poltrona e esperou Lily voltar com o relatório, que situação seria essa? Quem seria esse homem e como ele conseguiu entrar ali? Nada mais fazia sentido, então ouviu:
_boa noite meu caro Mago posso me convidar para um drinque? Pela primeira vez seu sangue gelou e ele s permitiu sentir medo, na sua frente uma figura tinha atravessado as paredes e sentava despreocupadamente no sofá, era Deck.

PROLOGO IV - O Roubo (parte2)

_ senhores os tópicos de hoje são, a ajuda economica para a faculdade em Chapac, a recente fusão das famílias mafiosas Milano e Argo, a acusação de invasão que HAL fez contra nós e o suposto roubo acontecido no museu da ADAGA. Algum outro tópico a ser incluso nesta reunião por motivos de urgencia?
Apenas o Mago levantou a mão.
_e qual seria o tópico, Setimo?
_a onda de calor invisivel e não magnetica que está se aproximando de nós nesse momento. Disse com uma tranquilidade e indiferenca que gelaram o sangue do Primeiro.
_precisamos de mais detalhes pra entrar nesse tópico, você tem os dados?
_estão a caminho, Lily foi convidada pra ser apresentada e vou aproveitar a oportunidade para testarmos na para minha aprendiz oficial.
_certo, disse Primo, até a chegada dos dados vamos iniciar as discuções com o tópico mais preocupante, HAL.
_ele alegou que invadimos o seu pais, disse o segundo, mas não disse o que roubamos nem onde foi a invasão. O que me preocupa é o fato de alguém ter mesmo invadido.
3_ como é possível alguém invadir o pais dele? Nenhum humano conseguiu, treinamos muito agentes pra fazer isso e eles sempre sumiam assim que colocavam os pés no país, deve ser uma mentira com algum plano por trás_ disse o terceiro.
2_eu aleguei a impenetrabilidade do país e HAL me enviou, como resposta, um video com um homem detruindo as defesas dele. E falando isso o segundo colocou o video.
Acena impressionou a todos, nela um homem sozinho caminhava por uma chuva de lazeres e puxando uma carta de baralho da mão uma tempestade de raios cai sobre as maquinas e desliga a camera, os poucos segundos do video de segurança deixaram a sensação de que estavam assistindo um filme e ação de tão abstrata que pareceu a eles.
5_é impossivel um homem ser atingido por um lazer e não se ferir nem desviar o lazer, é como se ele atravessasse o raio. Sem falar da tempestade, ela só seri possível atravez de um satelite climatico e essa tecnologia pertence apenas ao HAL. Ainda acho que é uma acusação falsa, percebam que o homem na imagem fica translucido o que mostra que ele pode ser de holograma e a tempestada de raios tambem depõe contra HAL afinal é a tecnologia dele.
4_ faz muito sentido tudo que disse meu caro quinto mas qual seria a vantagem dessa manobra? Segundo qual foi o pedido do HAL quando entrou em contato?
2_ é ai que minhas teorias e as de vocês tambem, suponho eu, vão afundar. Ele quer a cabeça do invasor mas se o invasor é um fake feito por ele porque não exigir qualquer outra coisa em troca? Ou mesmo declarar guerra, pedir uma cabeça que você mesmo criou não parece em nada com um plano ou mesmo parece que tenha algum proposito.
6_ meus caros pelas imagens posso afirmar que não se trata de um fake, seu nome é Deck e estamos vendo aqui nada mais que a discrição exata que nosso agente fez do invasor do museu da ADAGA, mesmo os movimentos e a forma como luta, mas o que me preocupa é porque a ADAGA não se manifestou e abafou o caso? Será que eles tem informações sobre o invasor? Quinto sua equipe conseguiu o que eu pedi?
5_ entramos no arquivo da ADAGA e nenhum registro sobre o que foi roubado nem mesmo nada sobre o incidente, procuramos alguma ficha de ex membro que pudesse fazer o que esse tal Deck fez e nada foi encontrado.
6_ então não temos nada.
2_nosso principal problema então é esse tal Deck, temos que encontrar esse homem, temos que te-lo ao nosso lado, nunca ouvi falar de um homem que roubasse nem mesmo uma bala da ADAGA sem aparecer morto minutos depois e ele não só invadiu o museu como tambem Rolang.
Após essas palavras a sala caiu num silencio pesado que só foi quebrado com as batidas na porta, era a aprendiz do Sétimo pedindo permissão para entrar.
1_deixemos esse tópico para depois, acho preocupante mas a massa de clor se aproximando pode ter mais urgencia, Mago diga pra sua aprendiz entrar.
A porta se abriu e a jovem entra dirigindo-se ao terminal onde insere os dados.
L_Senhores temos um problema maior do que imaginamos e com isso conectou os dados na tela.

PROLOGO IV - O Roubo (parte1)

A vista da janela ainda tirava o folego, mesmo depois de tantos anos olhar pra imensidão do espaço e ver Gaia brilhando era algo magnifico. Um barulho de batidas na porta voltou seus pensamentos para a realidade.
_entre – disse.
_com licença senhor _ disse uma mulher de cabelos negros como a noite com um brilho azul e olhos rosas, mas o que mais estaca em sua aparência são as orelhas levemente pontudas. Ela era uma autentica magatheana, ou maga como tambem são conhecidos.
_Lily, por favor entre, estava mesmo precisando falar com você.
Lily era um dos seus aprendizes, sua cadeira entre os sete exigia que ele treinasse alguém para seu lugar em caso de emergências em geral eram treinados 5 jovens e com o tempo esse numero se reduziria a um apenas, os cinco eram escolhidos entre os magatheanos, já que devia assumir a setima cadeira do conselho, e eles eram testados constantemente para saber se estariam a altura do desafio.
No momento Lily era sua aposta, ela era a mais inteligente e corajosa entre os outros 2 candidatos, pois dos apenas 3 haviam conseguido chegar até aqui.
_Tenho um convite para você Lily, ostaria de me acompanhar no conselho? Na próxima reunião eu poderia te apresentar para eles.
Os olhos da garota brilharam, que diferença entre o outro, que ficara inseguro, tremieu e mostrou que tinha um medo enorme do conselho, a garota mostrava apenas um brilho nos olhos que desafiava até mesmo o enigmatico mago.
_claro, estarei pronta para a reunião independente da hora m que ela se realizar mas particularmente acho que será antes que o senhor gostaria.
Ela fez uma pausa olhando nos olhos de seu tutor, sim ele pensou, ela seria explendida, já sabia como manter sua atenção e como esconder as informações até a hora certa de usá-las. Mas ele tinha ensinado o jogo para ela e não seria derrotado nele. Sustentou o olhar e esperou com calma ela se sentir sem graça pela atitude, quando percebeu que ela baixara os olhos ele sorriu.
_os radares estõ em conflito, pelas cameras de visao raiox, telescopica e eletronica nada aparece mas aparentemente uma massa de calor se aproxima.
_a equipe de manutenção checou o visor de calor?
Sim ele está funcionando muito bem.
_uma tepestade solar?
_não, pois se fosse teriamos influencia magneicas mas o visor eletronico não acusa nenhum campo magnetico...
_recolha as informações, tem a reunião semanal em 5 minutos, só que dessa vez a apresentação será toda sua.
Observou os olhos dela brilharem, era a oporunidade que ambos precisavam, ele para testa-lá e ela pra se afirmar como sucessora da cadeira sete dos supremos.
Mas a preocupação continuava, o que seria essa onda d calor? Como ela conseguiria viajar no espaço? Seus olhos pararam na armadura presa na parede, foi por causa dela que ele estava ali, não só ele mas todos os setimos antes dele, ela era uma herança da família real de Magathea e estava em exposição num museu sob a tutela da princesa, Mira, e quando o país sumiu foi Mira quem decidiu descobrir o que tinha realmente acontecido e foi ela tambem que reuniu os primeiros seis que com ela formariam os sete.
Acordou dos seus pensamentos com a chamada na tela, ligou a sala holografica e iniciou a reunião.
As cadeiras dos outros seis surgiram na sua frente e a silhueta dos homens mais poderosos do mundo surgiram com um numero embaixo dos seus pés.
Primo tomou a palavra, pois é sua função ser o mediador dentre os outros seis, e abriu a reunião com a leitura dos tópicos, tudo conforme a ordem, essa obsessão pela ordem é sua principal caracteristica.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Promoção "o seu NPC"

a promoção é simples, vc vai criar um NPC de cordo com a regrinhas abaixo:
- deve ser com base no mundo de Gaia.
- nao deve ser um que eu já criei (ex: um dos sete supremos, um dos dez matadores da mafia, personagem de conto, etc)
- não saberá magia(nesse mundo ela não existe)
- pode ter no maximo 12 pontos de personagem ( se ele for um heroi famoso, um ex: o Rick do prologo tem 8 pontos por ser level 8)
ganha bonus se:
- tiver ficha feita.
- tiver historia do personagem.
- tiver um conto(não a historia... mas um trecho mais detalhado, um dia, um fato importante).
- tiver figura (desenho, imagem, foto...)
de acordo com o material que eu receber vou presentia-los nos personagens^^
- mande o material para o meu e-mail.
- cada pessoa vai participar com 1 personagem mas se vc quiser fazer mais de um me fala qual eu vou usar de base pros bonus.
- todos que participarem ganham o bonus
- essa promoção vale por 1 mês

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Promoção ganhe 1 expecialização para o seu personagem!!

para participar é fácil basta pegar o esboço de mapa que eu fiz e fazer um mapa descente^^

vc ganha uma expecialização a sua escolha, qualquer uma^^

lembrando eu não vou dar conhecimento pra vcs mas vou cobra-los.

PROLOGO III ( A resposta)

Jin não conhecia seus pais, não sabia onde tinha nascido e muito menos qual era seu sobrenome mas sabia que era feliz com o seu presente e que fora muito feliz no passado pois crescera num paraiso de harmonia e paz.
Era assim que via a vida no templo da deusa do silencia e da vida, todos os monjes desse templo eram crianças que tinham sido abandonadas pelos pais na porta do mesmo, o templo ficava próximo de um vilarejo mas as crianças cresciam em uma escola que ficava retirada no topo do monte Oliver.
A vida como monje era simples, tudo era de todos e a missão era mais simples ainda amar seu próximo, o que Jin nunca entendeu realmente era como as pessoas podiam ser gananciosas quando tudo era de todos, como a vaidade existia dentro de uma vida simples onde a beleza maxima vinha da natureza e dos gestos de amor inspirados pela Deusa ou seja dentro de seu coração existia uma pergunta que não casava de testar sua fé: como a maldade brota no coração humano? De onde ela vinha? Como era possível ela existir até mesmo dentro do templo?
Essa duvida vivia em seu coração e foi ela que o fez tomar o rumo que mudou sua vida para sempre pois com 14 anos foi ao mestre de sua ordem, um monje velhinho que chamodo Haku, que fazia tudo com uma calma incansável e com poucos movimentos exatos e precisos, e perguntou sobre esse assunto, como resposta escutou:
_até aonde está disposto a se sacrificar para ter essa resposta?
Confuso Jin perguntou:
_existe essa respota?
_não só existe como você será capaz de responder até mesmo as perguntas que ainda não sabe que fez se percorrer o caminho certo.
_você sabe a resposta mestre?
_sei mas, assim como tudo conhecimento existente, será necessário pagar um preço e percorrer um caminho pois nenhum conhecimento pode ser dado ele deve sim ser conquistado!
_eu não conseguirei descansar até compreender isso mestre!
_então hoje você vai mudar de casa e passará a morar comigo.
Haku morava mais recluso que qualquer pessoa no templo, para se chegar em sua casa eram horas de caminhada pela orla da montanha até chegar em um vale onde uma pequena caverna abrigava o grande e sábio mestre.
Jin mudou para a casa e passava os dias em treinamento de artes marciais e um dia questionou o motivo de aprender a agredir e lutar então o mestre o levou para andar e parou quando chegou em um lago, logo depois de beber dele disse:
_as artes marciais não tem a ver com luta e sim com a compreensão dos próprios limites do corpo e da sensibilidade da alma em sentir o invisivel, depois de uma pausa continuou, a raiva quando surge no coração gera uma corrente que acaba em dor, e atirou uma pequena pedrinha no lago, como uma onda formada por uma pedra em um lago que espalha a agua a sua volta, a maldade gera um fluxo que acaba na dor tanto fisica quanto espiritual. Fez mais uma pausa e apontou para uma rocha no meio do lago e continuou:
_o que eu vou te ensinar é como ser uma rocha no lago onde as ondas que batem acabam voltando pro ponto de origem, e fez mais uma pausa enquanto olhava o pequeno lago e atirou uma pedra na rocha e continuou, mas para isso você precisa antes fortalecer tanto seu corpo quanto sua mente para que possa resistir a ação da maldade. Respirou fundo e olhou pro céu e por alguns minutos ficou em silencio.
_Jin! Só será capaz de entender a maldade quem mergulhar nela mas não fizer parte dela.
_não entendi essa ultima parte mestre. Disse Jin que não sabia o que ser rocha tinha a ver com a maldade.
_mas na hora certa vai entender meu amigo, tenha paciência pois tudo tem seu tempo debaixo desse céu.
E caminharam em silencio pelo vale até chegar novamente na caverna. Anos mais tarde o garotinho, já crescido, saiu pelo mundo observando as pessoas e suas atitudes até que regressou para o templo com a resposta que procurava onde ganhou o titulo de grande mestre e assumiu o lugar de Haku.
Caminhando pelo vale, no dia em que Haku morreu, encontrou uma pequena criança engatinhando por entre os animais, sem medo, e por compaixão adotou o órfão e passou a ensinar tudo que havia aprendido com seu antigo mestre: que a maldade era tomar um veneno desejando a morte do próximo, mas o veneno viciava e era preciso ser resistente a ele pra poder cura-lo.